O que é. Nunca fui de acompanhar freneticamente as tendências da web ou grandes novidades tecnológicas, mas também nunca me alienei. Quando flogs, blogs, orkuts e outros tantos pipocaram, eu participei. E claro, não podia ficar de fora do Twitter. 

Pra quem não sabe, o Twitter é uma espécie de mini-blog, que testa a sua capacidade de ser sucinto: 140 caracteres por postagem é tudo o que você tem para expressar seja lá o que for. Dá para saber sobre notícias, variedades, se comunicar, expressar sentimentos, atualizar seus amigos do que você faz ou por onde você anda. Os blogs também permitem isso, mas em uma velocidade bem menor.

De onde veio. A idéia nem é tão nova assim: o conceito de mensagem rápida entre amigos já era utilizado em 1935 por um robô chamado Notificator, em estações de trens, ruas e outros locais de grande circulação. Pagava-se para deixar recados que permaneciam em uma pequena vitrine por até duas horas. 

Pra onde vai. Há quem diga que é um vício, que afasta as pessoas, que o fim do Twitter ou do mundo estão próximos. Pra mim, é uma útil ferramenta de trabalho, comunicação e expressão, que em breve será engolida pelo Google.  E, como minha mãe me ensinou, tudo em excesso faz mal. Até mesmo o Twitter com suas doses homeopáticas. 

 

 

E depois de ver o vídeo, dá uma passadinha lá no meu: www.twitter.com/newradical

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