Luz. Se eu tivesse que contar pra vocês o que foi minha viagem para Amsterdam, eu diria que foi um filme. Fui fazer um curso de vídeo e, quando voltei, concluí que os onze dias que passei na Holanda facilmente preencheriam um longa-metragem de qualidade.

Câmera. A cenografia perfeita, com lugares mágicos e encantadores, sempre casando com uma fotografia ideal – a luz (ou a falta dela) garantindo o prazer dos olhos. Uma trilha sonora que trouxe ritmo ao meu caminhar à beira dos canais – O Rappa durante o dia (!!) e Sade com o álbum Lovers Rock à noite, entrelaçados pelo jazz dos artistas de rua.

Ação. As personagens não deixaram por menos. Pessoas de todo o mundo me levaram a um mix de culturas e saberes que não precisava de legendas ou dublagem. O enredo? Relações intensas, amizades eternas com um dia de vida, aventuras em uma terra à qual eu não pertenço e que muitas vezes não compreendi. O aprendizado, a percepção da história e dos reflexos sociais a que ela pode levar. Diferenças. Belíssimas diferenças, correndo em uma enorme via de mão-dupla.

E a cinematográfica falta de percepção temporal: naquele quarto tinha um relógio parado e eu insistia em acreditar no que ele me dizia…

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“I’ll do you right when your wrong
If only you could see into me
When you’re cold, I’ll be there to hold you tight to me
When your alone, I’l be there by your side”
(By your side – Sade)

“I’ll do you right when you’re wrong.

If only you could see into me…

When you’re cold, I’ll be there to hold you tight to me

When you’re alone, I’ll be there by your side”

(By your side – Sade)

 

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