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É engraçado como às vezes um tema te abraça e te envolve de uma forma que não há explicação. Desde junho tenho acompanhado a expedição do navio do Greenpeace Arctic Sunrise ao Ártico, por questões profissionais mas também com um prazer pessoal gigantesco. Eu não sabia, mas essa gélida região desperta em mim uma curiosidade sem fim. E, como que por mágica, livros e filmes relacionados foram aflorando espontaneamente, me proporcionando muita informação e várias noites em claro.
Comecei a descoberta com “No país das sombras longas”, livro escrito por Hans Ruesch, um hábil novelista suíço que foi também piloto de carros de corrida e militante contra testes em animais. Embora nunca tenha visto um esquimó em toda a vida, suas pesquisas antropológicas permitiram o desenvolvimento de uma obra convidativa e viciante. Um livro de tirar o fôlego, que deu origem ao filme “Sangue sobre a neve” (The Savage Innocents) de 1960, dirigido por Nicholas Ray e estrelado por Anthony Quinn.
Em seguida, ganhei de aniversário o livro “Vanishing World – The Endangered Arctic”, belíssima seleção de fotos, fruto de cinco anos de pesquisas na região. Lançado em 2007, no Ano Polar Internacional, o pesado livro é uma belíssima homenagem à vida selvagem local, que hoje está claramente ameaçada pelo aquecimento global e suas consequências.
E, por falar em vida selvagem, o filme “Na natureza selvagem” (Into the wild), vai na mesma linha. A direção e o roteiro de Sean Penn, aliados à trilha sonora de Eddie Vedder, dão vida à história do jovem que larga tudo para ir ao encontro da natureza no Alaska. Baseada em uma história real (que são, para mim, as melhores), a trama nos faz refletir e digerir uma série de questões que vão desde o convívio familiar até a relação do homem como o organismo chamado Planeta Terra. Isso sem contar a fotografia belíssima, que leva aos arrepios até os menos entendidos no assunto.
E, se você ficou curioso, aproveite para dar uma olhada nas galerias da expedição do Greenpeace ao Ártico:
Mas não se esqueça que tudo isso pode não ser visto pelos nossos filhos e netos. O aquecimento global já está modificando a região e nós ainda podemos fazer algo. A hora é agora. Mude seus hábitos, polua menos e cobre do seus governantes compromissos efetivos de redução de emissões.

É engraçado como às vezes um tema nos envolve. Desde junho tenho acompanhado a expedição do navio do Greenpeace (Arctic Sunrise) ao Ártico por questões profissionais mas, ao mesmo tempo, com um prazer pessoal gigantesco. Eu não sabia, mas essa gélida região desperta em mim uma curiosidade enorme. E, como que por mágica, livros e filmes relacionados foram aflorando espontaneamente, me proporcionando muita informação e várias noites em claro.

Nick Cobbing/Greenpeace

©Nick Cobbing/Greenpeace

Texto. Comecei a descoberta com No país das sombras longas, livro escrito por Hans Ruesch, um hábil novelista suíço que foi também piloto de carros de corrida e militante contra testes em animais. Embora nunca tenha visto um único esquimó em toda a vida, suas pesquisas antropológicas permitiram o desenvolvimento de uma obra convidativa e viciante. Um livro de tirar o fôlego, que deu origem ao filme Sangue sobre a neve (The Savage Innocents) de 1960, dirigido por Nicholas Ray e estrelado por Anthony Quinn.

Foto. Em seguida, ganhei de aniversário o livro Vanishing World – The Endangered Arctic, belíssima seleção de fotos, fruto de cinco anos de pesquisas na região do Ártico. Lançado em 2007, no Ano Polar Internacional, o pesado livro é uma homenagem à vida selvagem local, que hoje está claramente ameaçada pelo aquecimento global e suas consequências.

Vídeo. E por falar em vida selvagem, o filme Na natureza selvagem (Into the wild), vai na mesma linha. A direção e o roteiro de Sean Penn, aliados à trilha sonora de Eddie Vedder, dão vida à história do jovem que larga tudo para ir ao encontro da natureza no Alaska. Baseada em uma história real, a trama nos faz refletir e digerir uma série de questões que vão desde o convívio familiar até a relação do homem como o organismo chamado Planeta Terra. Isso sem contar a fotografia belíssima, que leva aos arrepios até os menos entendidos no assunto. Veja o trailler:

E, se você ficou curioso com toda essa história, aproveite para dar uma olhada nas galerias da expedição do Greenpeace ao Ártico:

©Nick Cobbing - Greenpeace

©Nick Cobbing - Greenpeace

Mas não se esqueça que tudo isso pode não ser visto pelos nossos filhos e netos. O aquecimento global já está modificando a região e nós ainda podemos fazer algo. A hora é agora. Mude seus hábitos, polua menos e cobre do seus governantes compromissos efetivos de redução de emissões.