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Lá. A Suprema Corte do Estado da Califórnia voltou atrás na decisão que consentia o casamento entre pessoas do mesmo sexo e hoje resolveu proibir tudo de novo. O referendo Proposition 8, movido por mórmons e pelos Knights of Columbus torna ilegal futuros casamentos, mas não invalida as uniões realizadas até novembro de 2008 (quase 18.000) .
Aqui. Uma pesquisa realizada pela Fundação Perseu Abramo divulgada durante o 6º Seminário Nacional pela Cidadania LGBT, na Câmara dos Deputados, revelou que quase metade dos brasileiros (45%) assume que tem preconceito médio ou alto contra gays, lésbicas, travestis ou transexuais. Desses, 25% se consideram homofóbicos, ou seja, que odeiam ou não toleram homossexuais . Reflexo disso: nos últimos dez anos, 3 mil homossexuais foram assassinados no Brasil e 64% dos gays já sofreram algum tipo de violência.
Foi apresentado, durante o o seminário, em Brasília, o Plano Nacional LGBT, que sugere políticas públicas e ações efetivas como a criminalização da homofobia, a legalização da união estável e a regulamentação do nome social para transexuais. As coisas parecem melhorar lentamente por aqui. Quando comecei a acompanhar a causa, quase 10 anos atrás, políticas públicas para homossexuais no Brasil era algo quase mítico.
Em qualquer lugar. É difícil tentar compreender a luta por algo que é seu. É inaceitável ser tolhido dos direitos inalienáveis de um cidadão como andar na rua sem sofrer ameaças, namorar, casar, ter uma família e poder zelar por ela. Trazer essa discussão a um nível nacional é dever do Estado mas também de quem não quer mais sofrer em silêncio.  Mas, como diriam meus colegas, fica a dica: não adianta só ir à Avenida Paulista uma vez ao ano, desfilar na Parada Gay cheio de alegria e amor pra dar, seja você homossexual ou simpatizante da causa. O diferencial está na denúncia, no ativismo, na cobrança dia-a-dia. É saber dos seus direitos, manter contato com organizações, conhecer quem você elege e o que esses políticos podem fazer (e estão fazendo) para alavancar o tema. E, acima de tudo, lembrar da sua igualdade.
Bela citação no blog Bota Dentro a respeito da Proposition 8: “Vou usar uma frase do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que vi na revista Época, para terminar a reflexão acerca desse triste episódio: “Porque, na hora de pagar imposto, ninguém quer saber se o sujeito é homossexual ou travesti. Na hora de votar, nunca vi um candidato chegar na fila e dizer: ‘Olha, eu não quero o seu voto”. O discurso do presidente mostra que tanto aqui, quanto nos Estados Unidos, os gays podem se juntar e viver amontoados, mas não poderão jamais ser classificados como união familiar. Assim não dá.”

Lá. A Suprema Corte do Estado da Califórnia voltou atrás na decisão que consentia o casamento entre pessoas do mesmo sexo e hoje resolveu proibir tudo de novo. O referendo Proposition 8, movido por mórmons e pelos Knights of Columbus torna ilegal futuros casamentos, mas não invalida as uniões realizadas até novembro de 2008 (quase 18.000) .

Aqui. Uma pesquisa realizada pela Fundação Perseu Abramo divulgada durante o 6º Seminário Nacional pela Cidadania LGBT, na Câmara dos Deputados, revelou que quase metade dos brasileiros (45%) assume que tem preconceito médio ou alto contra gays, lésbicas, travestis ou transexuais. Desses, 25% se consideram homofóbicos, ou seja, que odeiam ou não toleram homossexuais . Reflexo disso: nos últimos dez anos, 3 mil homossexuais foram assassinados no Brasil e 64% dos gays já sofreram algum tipo de violência.

Foi apresentado, durante o o seminário, em Brasília, o Plano Nacional LGBT, que sugere políticas públicas e ações efetivas como a criminalização da homofobia, a legalização da união estável e a regulamentação do nome social para transexuais. As coisas parecem melhorar lentamente por aqui. Quando comecei a acompanhar a causa, quase 10 anos atrás, políticas públicas para homossexuais no Brasil eram um tema quase mítico.

bandeira gay

Em qualquer lugar. É difícil tentar compreender a luta por algo que é seu. É inaceitável ser tolhido dos direitos inalienáveis de um cidadão como andar na rua sem sofrer ameaças, namorar, casar, ter uma família e poder zelar por ela. Trazer essa discussão a um nível nacional é dever do Estado mas também de quem não quer mais sofrer em silêncio.  Mas, como diriam meus colegas, fica a dica: não adianta só ir à Avenida Paulista uma vez ao ano, desfilar na Parada Gay cheio de alegria e amor pra dar, seja você homossexual ou simpatizante da causa. O diferencial está na denúncia, no ativismo, na cobrança dia-a-dia. É saber dos seus direitos, manter contato com organizações, conhecer quem você elege e o que esses políticos podem fazer (e estão fazendo) para alavancar o tema. E, acima de tudo, lembrar da sua igualdade.

Bela citação no blog Bota Dentro a respeito da Proposition 8: “Vou usar uma frase do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que vi na revista Época, para terminar a reflexão acerca desse triste episódio: “Porque, na hora de pagar imposto, ninguém quer saber se o sujeito é homossexual ou travesti. Na hora de votar, nunca vi um candidato chegar na fila e dizer: ‘Olha, eu não quero o seu voto”. O discurso do presidente mostra que tanto aqui, quanto nos Estados Unidos, os gays podem se juntar e viver amontoados, mas não poderão jamais ser classificados como união familiar. Assim não dá.”

Diga não à Proposition 8 aqui.

Saiba mais sobre o movimento brasileiro Não Homofobia aqui.